Warning: "continue" targeting switch is equivalent to "break". Did you mean to use "continue 2"? in /home/set/www/30set/wp-content/themes/Divi/includes/builder/functions.php on line 4943
Alunas revelam sentimento por trás da cobertura do SET | SET Universitário - Famecos/PUCRS

Marina cobriu e participou de oficinas e palestras do 30° SET Universitário pela primeira vez. (Foto: Vinicius Silveira)

Participar do SET Universitário é como uma tradição para quem estuda na Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS. Nesta edição comemorativa dos 30 anos, foram cinco dias de muita correria, dos quais participaram estudantes de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Produção Audiovisual, Design e Relações Públicas (RP).

Os principais responsáveis por preparar o SET foram os integrantes do Espaço Experiência (EE), a agência experimental da Famecos, que é composta majoritariamente por alunos da Faculdade. Entre eles, alguns estrearam na cobertura do evento e outros colaboraram pela terceira vez, como a estudante de RP do sexto semestre Luiza Feil.

Para ela, que faz parte do Núcleo de Eventos e Relacionamentos (NER) do EE e está envolvida desde a 28ª edição do SET, o nervosismo aumentou, devido à responsabilidade de fazer um evento com duração maior — algo inédito até então. “Ele é como se fosse um filho para mim. A gente viveu toda a gestação e agora ele nasceu”, disse Luiza.

Segundo a aluna de Jornalismo do primeiro semestre Marina Renard, que faz parte do Núcleo de Conteúdo desde agosto, a experiência foi muito intensa. “Eu fiquei muito emocionada, porque estou vivendo o que eu não imaginava. É melhor ainda”, contou.

Marina destacou também a participação e a cobertura das oficinas, que, de acordo com ela, foram ótimas. Além disso, elogiou as temáticas do debate e da reflexão propostas pela palestra do estúdio Shoot The Shit, na manhã dessa quinta-feira (28), no CEPUC (Prédio 41 da Universidade).

Luiza pontuou ainda que hoje o SET é feito mais por alunos do que por professores — realidade diferente de 30 anos atrás. “Trabalhando em equipe, vemos que juntos somos mais. Também precisamos entender que o mundo está em mudança e temos muito o que aprender. Se nos unirmos, isso vai ser possível”, conclui.